Ao falar sobre corrupção em SP, Edinho Silva defende o papel das instituições

Política

Ao falar sobre corrupção em SP, Edinho Silva defende o papel das instituições

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, defendeu o papel das instituições. "As instituições são maiores que as pessoas e devem ser", disse

Redação Folha Vitória
Ministro da Secretaria de Comunicação Social Foto: Agência Brasil

São Paulo - Questionado por empresários sobre os casos de corrupção que vêm à tona com as operações da Polícia Federal, como a Lava Jato, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, defendeu o papel das instituições. "As instituições são maiores que as pessoas e devem ser", disse. Edinho participa nesta terça-feira, 17, em São Paulo, de evento promovido pelo Lide, Grupo de Líderes Empresarias.

"O corrupto só vai deixar de agir quando souber que o risco de ser punido é efetivamente muito grande", ponderou o ministro da Secom.

"Não tenho dúvidas que estamos vivendo um momento de mudança significativa no nosso País. Nesse processo todo, que o principal legado seja o fortalecimento das instituições brasileiras", afirmou.

Edinho também disse que o governo pode corrigir eventuais desequilíbrios na Lei de Direito de Resposta. "Se a aplicação da lei comprovar algum desequilíbrio, isso pode ser corrigido", afirmou.

O ministro ressaltou que a lei, criticada por veículos de comunicação, chegou à presidente Dilma Rousseff respaldada pela aprovação nas duas casas legislativas, Câmara e Senado.

Estado Islâmico

Edinho negou, ainda, que a presidente Dilma Rousseff tenha defendido o diálogo com o Estado Islâmico, em setembro do ano passado, em encontro na Organização das Nações Unidas em Nova York.

"Ela disse 'sou uma pessoa do diálogo' e considerou uma pena ter chegado a momentos como esse", afirmou. "Evidentemente que o que vimos na França é a banalização da vida e merece uma resposta dura", disse sobre os ataques de sexta-feira, 13, que deixaram mais de 120 mortos em Paris. "Estamos caminhando para algo que efetivamente tem que ser combatido", enfatizou.