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Redes de saúde brasileiras estão preparadas para novo coronavírus?

Saúde

Redes de saúde brasileiras estão preparadas para novo coronavírus?

De acordo com o Ministério da Saúde, foram instaladas emergências especiaispara atuar diante de possíveis casos da doença. Até o momento, não há detecção do vírus no país

Larissa Agnez

Redação Folha Vitória
Foto: Divulgação / Pexel
Pasta tem realizado monitoramento diário da situação junto à Organização Mundial da Saúde. 

Desde que teve conhecimento sobre os casos de pneumonia grave na China, o Governo Federal brasileiro adotou diversas ações para o monitoramento e o aprimoramento da capacidade de atuação do país. 

Entre essas ações, estão a adoção das medidas recomendadas pela OMS, como: notificação da área de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); a notificação da área de Vigilância Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); e a notificação às Secretarias de Saúde dos Estados e Municípios, demais Secretarias do Ministério da Saúde e demais órgãos federais com base em dados oficiais, evitando medidas restritivas e desproporcionais em relação aos riscos para a saúde e trânsito de pessoas, bens e mercadorias.

Na quarta-feira (22/01), o Ministério da Saúde, instalou o Centro de Operações de Emergência (COE) - Coronavírus. O comitê tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil. Até o momento, não há detecção de nenhum caso suspeito no país. 

A pasta tem realizado monitoramento diário da situação junto à Organização Mundial da Saúde (OMS), que acompanha o assunto desde as primeiras notificações de casos em Wuhan, na China, no dia 31 de dezembro de 2019.

Vírus

É considerado como caso suspeito do novo Coronavírus, paciente com sintomas da doença, como febre, tosse e dificuldade para respirar. Além disso, o paciente precisa ter viajado para área com transmissão ativa do vírus nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas. Até o momento, só há transmissão ativa do vírus na cidade de Wuhan, na China. 

* Com informações do Ministério da Saúde