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China: população de Wuhan está autorizada a retomar rotina de trabalho

CORONAVÍRUS

Saúde

China: população de Wuhan está autorizada a retomar rotina de trabalho

Há cinco dias, nenhum caso de coronavírus foi notificado na cidade

Foto: Reprodução Instagram

A população de Wuhan, cidade chinesa que foi berço da pandemia do coronavírus, foi autorizada pelo governo a retomar sua rotina de trabalho, inclusive, o transporte público da região voltou a funcionar após dois meses de paralisação.

O fim das restrições veio depois que o Ministério da Saúde do país anunciou, na segunda-feira (23), que nenhum novo caso de Covid-19 foi notificado nos últimos cinco dias na cidade, em que vivem mais de 11 milhões de habitantes.

Ainda que nenhum novo caso tenha aparecido em Wuhan, a cidade registrou nove mortes no dia 22 em decorrência do coronavírus. No país inteiro, no mesmo período ocorreram 39 novos casos confirmados, sendo a maioria de pessoas que voltaram de viagens internacionais.

Agora, os moradores de Wuhan que apresentam bom estado de saúde podem se deslocar dentro da cidade por meio de ônibus e metrô, mas, para isso, precisam identificar-se à polícia. Para a voltar a trabalhar, os habitantes necessitam de um atestado médico que garante que a pessoa não é portadora do vírus.

Até então, toda a população estava proibida de sair dos limites do município desde o dia 23 de janeiro, quando teve início a quarentena naquela cidade. Agora, as viagens voltaram a ser permitidas aos que comprovarem que estão saudáveis.

De acordo com o Dr. em ciência Vivaldo José Breternitz, com o quadro da pandemia ao que parece controlado, pode-se dizer que a China ainda é um país muito afetado pelo coronavírus, com cerca de 82 mil contaminações e mais de 3 mil mortes. Só a Itália supera os números chineses: foram mais de 6 mil mortes, embora pareça ocorres uma queda no número diário de mortos e de infectados.

"Para nós brasileiros, resta seguir as determinações das autoridades sanitárias, cientes de que ainda temos um longo caminho a percorrer, disse o especialista.