Fev 2021
17
Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

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Ricardo Frizera
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porRicardo Frizera

E-business terá foco em soluções para o setor da saúde

Em 2018 fundos de venture capital e de private equity investiram 288 milhões de dólares neste segmento. E, de olho nesse mercado, a Apex desenvolveu o E-Business, um empreendimento comercial que terá 17 andares e 96 salas comerciais, com a possibilidade de locatários escolherem a metragem necessária para sua operação entre 39m² e 180m², na Enseada do Suá, em Vitória.

O prédio terá uma tendência vocacional clara, com o foco em soluções para o setor da saúde e o objetivo de consolidar o empreendimento como um ambiente propício para o desenvolvimento e posicionamento de negócios do segmento.

Assim, a estratégia de ocupação de locatários é de empresas do setor de saúde, incluindo clínicas médicas, diagnóstico, centros cirúrgicos, administradoras e demais empresas que buscam um condomínio bem localizado, com muitas vagas e moderno para recepcionar seus pacientes e clientes.

O propósito é formar um hub de inovação para o setor de saúde, com o auxílio de empresas especializadas para incorporar novas tendências e inovações praticadas no mercado corporativo brasileiro e internacional.

O Diretor Comercial da Betha Espaço Imóveis Charles Bitencourt aponta que a estratégia desse tipo de investimento é um diferencial importante no estado.

“Pelo fato de ser um local que será referência de um nicho, no caso saúde, já se trata de uma sinalização importante para o mercado”, afirma. “Além disso, a área de saúde tem potencial de crescimento importante e os locadores tendem a ter um tempo de permanência maior porque a estrutura de instalação é alta, o que faz a taxa de vacância menor. Isso é ótimo para o investidor que está de olho em uma renda passiva a partir dos alugueis”, complementa.

As obras do empreendimento, estruturado pela Apex Partners — um dos principais players do mercado imobiliário da capital — devem ser finalizadas até 2024.

Ele será localizado na Enseada do Suá, uma das regiões de Vitória com maior destinação de investimentos nos últimos anos, tanto residencial quanto comercial. Como há expectativa de forte adensamento demográfico em virtude da inauguração de 10 empreendimentos imobiliários previstos ao redor, a perspectiva de investidores é de que haverá valorização do metro quadrado.

Hubs de inovação são uma tendência

A empresa responsável por estruturar o E-Business é a Apex Partners, que também é a casa de investimentos protagonista no estado em captação de negócios em venture capital e private equity (startups e negócios de capital fechado, respectivamente).

Assim, o empreendimento alinha em um único movimento duas das expertises da companhia. Ele segue uma tendência de criação de hubs de inovação, que já se manifesta em Vitória a partir de empreendimentos como FindesLab, Hub Fucape e Base27, e valoriza startups locais.

“O valor gerado por esse empreendimento vai além do imobiliário em si: vamos proporcionar uma ambiência onde as empresas poderão trocar experiências, boas práticas e cases. Isto é, que compartilham do propósito de inovação na saúde”, diz Julia Caiado, CEO da Global Touch, que ajudou na concepção do projeto.

Ela explica ainda que o ecossistema estará em constante contato com outros hubs de saúde do Brasil e internacionais. “Estamos mapeando todos os ecossistemas para auxiliarmos nos projetos das empresas que se estabelecerem em Vitória”, afirma.

De acordo com a Apex Partners, os permutantes do empreendimento terão sete andares, enquanto as outras dez lajes corporativas e três lojas no térreo serão destinados à locação e criação de renda passiva.

O projeto contemplará ainda um rotativo com 96 vagas, algo raro na região: a ideia é ter amplo espaço para os locatários recepcionarem pacientes e clientes.

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Adidas anuncia venda da Reebok, 15 anos após aquisição | com Gabriel Dias

A Reebok atualmente está avaliada em cerca de 1 bilhão de euros, o equivalente a US $ 1,2 bilhão, após sucessivas desvalorizações, valendo hoje menos do que quando foi comprada, em 2006, por US$ 3,8 bilhões (R$ 20,5 bilhões), com o objetivo de reforçar sua concorrência com a Nike.

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A fabricante alemã tem algumas opções para se “desfazer” da marca, que incluem desmembrar a Reebok como uma empresa pública autônoma ou vender a marca para “private equity”, outro grande varejista de esportes ou um player multimarcas.

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"Melhores separadas"

“Depois de uma reflexão cuidadosa, chegamos à conclusão de que Reebok e Adidas serão capazes de melhorar significativamente sua potência de crescimento de forma independente”, explicou o presidente da multinacional, Kasper Rorsted, em anúncio realizado nesta terça-feira, 16/02.

As informações/opiniões aqui escritas são de cunho pessoal e não necessariamente refletem os posicionamentos do Folha Vitória

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