Exportação de café especial brasileiro chega a 1,78 milhão de sacas nos primeiros meses de 2018

Economia

Exportação de café especial brasileiro chega a 1,78 milhão de sacas nos primeiros meses de 2018

Nesse mesmo período, os Estados Unidos, a Alemanha e Bélgica foram os três principais importadores de café especial do Brasil, com 23,9%, 14% e 12,7% de exportação, respectivamente.

Nos primeiros meses de 2018, as exportações dos cafés especiais que são produzidos no Brasil somaram o equivalente a R$1,78 milhão de sacas de 60kg, com preço médio de US$190,00, gerando US$ 339,39 milhões de receita cambial no primeiro quadrimestre de 2018. Esta receita correspondeu a 21,3% da receita total das exportações dos Cafés do Brasil que ficou em US$ 1,596 bilhão, no mesmo período.

Esse tipo de café diz respeito a aqueles que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis. Segundo dados do relatório do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, os volumes exportados foram: 2,57 milhões de sacas em 2014, 3,04 milhões de sacas em 2015, 2,32 milhões em 2016, 1,41 milhão em 2017 e 1,78 milhão de sacas em 2018, o que representou aumento de 26,3% em relação ao ano anterior.

Ainda segundo esses dados, no mês passado, a “Participação % por qualidade nas exportações brasileiras de café” obteve um resultado de 86,1% de café arábica, 11,5% de café solúvel e 2,4% de café robusta. No total, foram exportadas com preço médio superior de cerca de 45% e 42%, no café arábica e no café conilon, respectivamente.

O relatório ainda ressaltou a capacidade do Brasil, mesmo no período de entressafra. “Somando-se todos os segmentos de café, tanto os exportados como os consumidos internamente, atingimos quase 4 milhões de sacas movimentadas, o que corresponderia a cerca de 20 bilhões de xícaras de café consumidas globalmente, em apenas um mês. Esses números refletem a grande responsabilidade junto ao consumidor e a importância do Brasil no abastecimento do mercado mundial”, destacou o Conselho.  

Confira o relatório completo aqui e as análises do Observatório do Café aqui.