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Chuvas aumentam, mas ainda não atingem principais reservatórios, diz CMSE

Economia

Chuvas aumentam, mas ainda não atingem principais reservatórios, diz CMSE

Brasília - As chuvas aumentaram e atingiram a maior parte do País nas últimas semanas, mas os reservatórios das principais hidrelétricas do País continuam a receber menos água do que o esperado.

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), informou que as chuvas atingiram 18% da média histórica entre os dias 1º e 20 de novembro na Bacia do São Francisco, a pior afluência da história.

No mesmo período, na bacia do Rio Grande, as chuvas atingiram 39% da média histórica; no Rio Tocantins, 51%; e no Rio Paranaíba, 54%. Juntas, essas quatro bacias representam 80% da capacidade de armazenamento do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Para os próximos sete dias, a previsão, segundo o CMSE, é de chuvas em quase todo o País, com volumes mais altos no Sudeste e Centro-Oeste. As precipitações no Sul, Nordeste e Norte serão mais irregulares e inferiores à média histórica.

Para o período entre 15 e 30 dias, o cenário mais provável é de chuvas próximas à média no Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Ainda segundo a nota, já é possível classificar a situação atual como La Niña, e a previsão é que o fenômeno permaneça durante os primeiros meses do verão, com intensidade de fraca a moderada.

"Assim, com as chuvas ocorridas no mês de novembro, as condições de atendimento ao SIN apresentaram pequena melhoria, que deve permanecer evoluindo considerando as chuvas previstas nos próximos dias em grande parte do País", diz a nota.

"O CMSE destacou que está garantido o suprimento eletroenergético do SIN, que permanecerá acompanhando a evolução das condições de atendimento e adotando as medidas necessárias para manter a segurança do fornecimento de energia elétrica à sociedade."