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Novo presidente do BC da Colômbia, Juan José Echavarría assume em janeiro

Economia

Novo presidente do BC da Colômbia, Juan José Echavarría assume em janeiro

São Paulo - O Banco Central da Colômbia terá novo comando a partir de 4 de janeiro, quando Juan José Echavarría assume o posto, em um mandato de quatro anos. O atual presidente do BC colombiano, José Darío Uribe, sai após completar o período máximo possível na posição, 12 anos. Echavarría já ocupou o conselho do BC colombiano entre 2003 e 2013.

O jornal El Tiempo diz que o novo presidente do BC é visto como próximo ao ministro da Fazenda, Mauricio Cárdenas, e também do presidente Juan Manuel Santos. Echavarría, de qualquer modo, é considerado bastante preparado para o cargo - engenheiro de formação, ele tem um doutorado em Economia por Oxford e também estudos em Harvard.

Na avaliação do Nomura, a nomeação de Echavarría tem aspectos positivos, como o fato de ser um conceituado economia ortodoxo, com conhecimento dos detalhes da realização da política monetária. "Do lado negativo, nós ressaltamos a proximidade do sr. Echavarría com o presidente Santos", comenta o banco, lembrando que, depois de deixar o BC, Echavarría foi estrategista-chefe na campanha presidencial de Santos em 2014 e assessor econômico na Fundación Buen Gobierno, centro de estudos criado por Santos. Para o Nomura, essa proximidade poderia interferir com a percepção de independência do banco central, "especialmente no atual ambiente no qual o presidente Santos começou a defender a necessidade de começar um ciclo de relaxamento assim que possível a fim de apoiar o crescimento econômico".

O Nomura lembra que a Colômbia é um dos poucos países na América Latina onde o ministro das Finanças é oficialmente um membro do conselho do banco central. Diante disso, o banco japonês acredita que uma importante tarefa inicial de Echavarría será convencer os mercados de seu compromisso com a meta de inflação, não com a agenda do governo.

O Nomura acredita ainda que o BC colombiano deve iniciar um ciclo de relaxamento monetário a partir de março do próximo ano.