
Um iogurte sabor flocos viralizou nas redes com uma influenciadora carioca que mostra as coisas do Espírito Santo. Ela provou o iogurte, carro chefe da marca, gostou e ainda foi atrás de outros sabores. Indicação dos seguidores capixabas que já conhecem de longa data. O que ela não sabe é que a Laticínio Tatá se prepara para ganhar paladares também em outros Estados já em 2026. A empresa nasceu em 1993 e hoje processa entre 500 mil e 550 mil litros de leite todo mês, só espera licenças para expandir a atuação.

“Recebemos e-mails, mensagens, ligações de gente de fora do Estado que quer representar nossos produtos. O pessoal vem a passeio, conhece e entra em contato. E queremos expandir sim. Só dependemos de licenças específicas para isso, porém, é muita burocracia”, disse o gerente geral da Tatá, Matheus Wernersbach.
A licença municipal está andando e é o ponto de partida para ampliar a atuação da empresa. Ou seja, assim que conseguirem vencer a burocracia, o foco é aumentar a produção do carro chefe da marca. “Nossa capacidade atual de produção de iogurte gira em torno de 34 mil litros por dia. A ideia é aumentar para 100 mil, com ampliação física da fábrica. Do mesmo modo, se precisarmos, vamos atrás de novos maquinários”, pontuou Matheus.
Fazenda da Tatá
A Laticínio Tatá fica na fazenda da família em Amarelos, localidade de Guarapari. Em 2023, processava 180 mil litros de leite e queria dobrar a produção nos anos seguintes. Porém, eles foram além com os 550 mil litros mensais. E querem mais. Do mesmo modo, a indústria emprega cerca de 85 funcionários e compra leite de 80 produtores, que vão de Itapemirim, no Sul do Estado, a Santa Leopoldina, na região Centro Serrana.
Além dos iogurtes, são 14 sabores e embalagens diferentes, a Tatá ainda produz leite em sacola, manteiga, queijos bem como requeijão. E ainda bebidas lácteas e doce de leite. E ainda tem um iogurte triplo zero vindo por aí: sem lactose, sem glúten e sem açúcar.
Espero que a gente seja um player importante na área de fermentados no Brasil. Queremos contribuir, ofertar empregos na região. E, do mesmo modo, levar o nome do Espírito Santo para fora.
Matheus Wenersbach, gerente geral da Laticínio Tatá