Representante do governo espanhol teria matado mulher a facadas na cobertura do prédio em Vitória

Polícia

Representante do governo espanhol teria matado mulher a facadas na cobertura do prédio em Vitória

O crime teria acontecido na cobertura do prédio em que a mulher morava. Após ter cometido o crime, o espanhol teria levado o corpo até uma suíte onde o corpo teria sido encontrado

Jesús Figón se entregou á polícia após assassinar a mulher à facadas Foto: Reprodução/Antônio Heredia/El Mundo

A mulher que teria sido morta por um representante do governo da Espanha na madrugada desta terça-feira (12), no bairro Jardim Camburi, em Vitória, teria sido assassinada na cobertura do prédio em que morava com três perfurações no tórax, causada por uma arma branca, possivelmente uma faca.

De acordo com informações extraoficiais apuradas no local pela equipe de reportagem da TV Vitória/Record, o nome da vítima é Rosemere Justino Lopes e teria 56 anos.

O crime aconteceu na cobertura do prédio em que a mulher morava. Após ter cometido ato, o espanhol teria levado o corpo até uma suíte, onde o corpo foi encontrado pela polícia. O apartamento seria do espanhol, mas o acusado morava em Brasília.

Jesús Figón teria se apresentado à polícia, confessando o crime. O homem seria chefe do Departamento de Segurança da Embaixada da Espanha no Brasil e teria vindo à Vitória há poucos dias.

Segundo fontes da Polícia Civil, um representante do Ministério da Justiça virá ao Espírito Santo para acompanhar as investigações, que podem ser integradas da Polícia Civil com a Polícia Federal.

Prédio onde aconteceu o crime Foto: TV Vitória

Representantes do Itamaraty, que é o Ministério das Relações Exteriores, devem, também acompanhar as investigações e pediram sigilo absoluto à polícia para que nada sobre o crime seja divulgado. Desta forma, nenhum delegado da Polícia Civil do Espírito Santo estaria autorizado a falar com a imprensa sobre o caso, a pedido de Brasília.

Por volta das 13h30, o veículo de transporte de cadáveres da Polícia Civil, conhecido como Rabecão, estava no local, o que indica que o corpo da mulher ainda estaria no prédio. Como parte das investigações, moradores do prédio podem ser ouvidos pela polícia para descobrir como era o relacionamento do espanhol com a mulher.