• Velocidade do vento

  • Previsão de chuva

  • Nascer do sol

  • Por do sol

Umidade relativa do ar: Índice de raios UV:

Alimentação rica em vegetais diminuí risco de ataques cardíacos e derrames, aponta estudo

Saúde

Alimentação rica em vegetais diminuí risco de ataques cardíacos e derrames, aponta estudo

Pesquisa da Universidade de Warwick revela que consumir mais plantas e diminuir a ingestão de carnes poderão beneficiar à saúde

Foto: Pharma Hoje

Publicado online por uma equipe da Warwick Medical School no Journal of Hypertension, pesquisadores argumentam que qualquer esforço para aumentar alimentos à base de plantas em sua dieta e limitar produtos animais provavelmente beneficiará sua pressão arterial e reduzirá o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares.

O especialista em geriatria e gerontologia, Rubens de Fraga Júnior, destaca que o estudo foi realizado por meio de uma revisão sistemática de pesquisas anteriores de ensaios clínicos controlados para comparar sete dietas à base de plantas, várias das quais incluíram produtos de origem animal em pequenas quantidades, a uma dieta de controle padronizada e o impacto que estes tiveram na pressão arterial dos indivíduos.

O autor principal, Joshua Gibbs, pesquisador da Escola de Ciências da Vida da Universidade de Warwick, disse: "Analisamos 41 estudos envolvendo 8.416 participantes, nos quais os efeitos de sete diferentes dietas à base de plantas (incluindo DASH, Mediterrânea, Vegetariana, Vegana, Nórdico, alta fibra e alta fruta e legumes) na pressão arterial foram estudados em ensaios clínicos controlados.Uma revisão sistemática e metanálise desses estudos mostraram que a maioria dessas dietas reduziu a pressão arterial.A dieta DASH teve o maior efeito de reduzir a pressão arterial por 5,53 / 3,79 mmHg em comparação à dieta controle e 8,74 / 6,05 mmHg quando comparada à dieta 'habitual'".

"Uma redução na escala da pressão arterial causada por um maior consumo de dietas à base de plantas, mesmo com produtos de origem animal limitados, resultaria em uma redução de 14% nos acidentes vasculares cerebrais, uma redução de 9% nos ataques cardíacos e uma redução de 7% na mortalidade geral", destacou Joshua Gibbs.