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Exame do couro cabeludo pode identificar até problemas do intestino

Saúde

Exame do couro cabeludo pode identificar até problemas do intestino

A partir de um microscópio é possível entender e identificar todo o quadro clínico de uma pessoa que esteja sofrendo qualquer alteração no cabelo

Foto: arquivo pessoal
Para chegar a esses diagnósticos, o microscópio aumenta em até 400 vezes a fibra capilar. Foto: Terapeuta capilar Camila Zanoni

“Avaliando o cabelo do meu paciente pelo microscópio eu descubro algumas situações sobre a vida dele.” Essa é a frase que a tricologista e terapeuta capilar Camila Zanoni fala durante as consultas. Camila está se referindo ao exame de microscopia de luz polarizada, que é um dos exames mais completos que existem atualmente no mercado.

A especialista explica que a partir de um microscópio é possível entender e identificar todo o quadro clínico de uma pessoa que esteja sofrendo qualquer alteração no cabelo e também no couro cabeludo. “Conseguimos identificar a causa de diversos problemas, que podem ter sua origem na genética. Identificamos as causas que levam à queda dos fios, como estresse, alteração do sono, funcionamento digestivo, entre outras". 

Foto: arquivo pessoal

Para chegar a esses diagnósticos, Camila explica que o microscópio aumenta em até 400 vezes a fibra capilar, assim é possível ver as alterações que podem afetar a região do bulbo capilar ajudando a direcionar o tratamento de forma assertiva. “Uma das principais vantagens dessa técnica, além da precisão, é que ela não é invasiva. Não precisa de raspar, depilar ou fazer biópsia. Além disso, é possível realizá-la no próprio consultório. É muito seguro e rápido”, garante Camila.

A consultora de imagem e estilo Jani Valença procurou a clínica da Camila, fez o exame, pois a queixa era queda de cabelo. “É um problema que começou na infância. Quando criança, tive uma queda muito acentuada, um tipo de alopecia. Então é genética e também está ligado ao estresse. Mas nunca cuidei disso. Com a Camila, estou em tratamento há seis meses, mas veio a pandemia tive que interromper. O nível de estresse foi nas alturas, e isso fez a queda voltar. Como estou retomando o procedimento, a queda diminui consideravelmente. Junto a isso melhorei a alimentação".