• Velocidade do vento

  • Previsão de chuva

  • Nascer do sol

  • Por do sol

Umidade relativa do ar: Índice de raios UV:

Familiares de irmãos mortos em Linhares realizam protesto contra soltura de Juliana Sales em Vitória

Morte irmãos carbonizados

  • COMPARTILHE
Geral

Familiares de irmãos mortos em Linhares realizam protesto contra soltura de Juliana Sales em Vitória

Os motoristas que seguem no sentido Segunda Ponte x Centro de Vitória encontram lentidão

Foto: Iures Wagmaker

Familiares e amigos do menino Kauã Sales Butkovsky, morto em Linhares junto com o irmão Joaquim Alves, realizam uma manifestação na manhã desta quinta-feira (08), em frente ao Palácio Anchieta, em Vitória. Eles são contra a decisão da justiça que concedeu liberdade provisória a Juliana Pereira Sales Alves, mãe das crianças. 

>> Após liberdade de Juliana, defesa vai entrar com pedido de Habeas Corpus de Georgeval

Eles atearam fogo em pneus para impedir a passagem dos veículos que seguem no sentido Segunda Ponte x Centro de Vitória. Apenas a faixa da direita está liberada. Os manifestantes estão justificando o motivo do protesto para os motoristas que passam pelo local.

Foto: Andressa Balbi
Os motoristas encontram lentidão no trânsito 

Juliana Sales deixa presídio

Juliana, esposa de Georgeval e mãe dos irmãos mortos carbonizados Joaquim, de 3 anos, e Kauã, de 6, que teve o pedido de liberdade provisória aceito pela Justiça, deixou o Centro Prisional Feminino de Cariacica (CPFC) na madrugada desta quinta-feira (08). A Secretaria de Justiça informou na manhã desta quinta que Juliana foi liberada por volta de 3 horas.

Justiça concede liberdade provisória

O pedido de revogação da prisão foi feito pela defesa de Juliana, durante audiência realizada no dia 23 de outubro, em Linhares, com base nos depoimentos e nas provas produzidas. A decisão foi proferida na quarta-feira (07), pelo juiz responsável pelo caso, André Bijos Dadalto, da 1ª Vara Criminal de Linhares. 

Crime

O crime aconteceu no dia 21 de abril. Inicialmente, Georgeval Alves, que é pai e padrasto dos meninos, disse que ele morreram em um incêndio que atingiu apenas o quarto onde as vítimas dormiam.

Mas, segundo a polícia, a versão dele não estava de acordo com os fatos apurados durante as investigações. No dia do incêndio, a mãe disse que estava em um congresso em Minas Gerais com o filho mais novo do casal. No enterro dos filhos, ela estava acompanhada de parentes e da polícia, já que tinha solicitado escolta por segurança.