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Correção: Bradesco, Itaú, Santander e Bancoob farão depósito do PIS/Pasep

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Economia

Correção: Bradesco, Itaú, Santander e Bancoob farão depósito do PIS/Pasep

A nota enviada anteriormente, na terça-feira, 28, contém uma incorreção no texto e no título. O nome (sigla) correto do banco é Bancoob (sigla para Banco Cooperativo do Brasil), e não Bancoop (sigla para Cooperativa Habitacional dos Bancários), como havia sido informado erroneamente. Seguem texto e títulos corrigidos.

O Ministério do Planejamento informou que os bancos privados - Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob - vão fazer o depósito automático dos recursos do PIS/Pasep a que os correntistas tiverem direito. Segundo o órgão, com a prática já adotada pelo Banco do Brasil e pela Caixa, 9 milhões de trabalhadores vão ter R$ 8 bilhões depositados automaticamente nas contas.

A medida foi antecipada pelo Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado. Os bancos vão ter que verificar se os correntistas movimentaram essas contas nos últimos seis meses, para evitar o depósito em contas que não são mais acessadas.

Além disso, o pagamento não poderá ser feito em contas negativadas, que teriam os recursos automaticamente "sequestrados" para o abatimento de débitos.

Desde o início da flexibilização do acesso aos valores em outubro de 2017, foram sacados R$ 13,779 bilhões por 13 milhões de pessoas. Isso corresponde a 45,5% dos cotistas do PIS/Pasep.

Somente em agosto deste ano, 8,2 milhões de trabalhadores efetuaram resgates, que alcançaram R$ 7,2 bilhões até o dia 19. Segundo cálculos do Ministério do Planejamento, a cada R$ 20 bilhões liberados, há um impacto de 0,3 ponto porcentual no Produto Interno Bruto (PIB)

O Planejamento detalhou ainda que continuam disponíveis R$ 28,4 bilhões no fundo, correspondentes aos 15,6 milhões de cotistas que ainda não fizeram o resgate.

Desse total que ainda resta no fundo, R$ 10,7 bilhões se referem aos 7,8 milhões de trabalhadores com menos de 60 anos que têm até o dia 28 de setembro para realizarem os saques.

Segundo o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, é muito "improvável" que esse prazo seja adiado porque seria preciso uma mudança na lei, o que é muito difícil de acontecer nesse período pré-eleitoral.