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Cuca justifica confusão com PM ao tentar defender torcedor santista

Esportes

Cuca justifica confusão com PM ao tentar defender torcedor santista

Cuca fez de tudo para buscar os gols que dariam a classificação para o Santos, que precisava reverter um placar de 3 a 0. Colocou o time no ataque, mas sofreu diante de um bem postado Independiente, que poderia ter saído na frente não fosse o pênalti defendido por Vanderlei antes do intervalo

A tensão que já existia antes de começar o duelo entre Santos e Independiente, na noite desta terça-feira, aumentou bastante com a revolta da torcida alvinegra. A Polícia Militar foi acionada e houve muita briga dentro e fora do estádio. Quatro torcedores foram detidos e o técnico Cuca se envolveu em uma confusão com a PM, que estava imobilizando um torcedor que conseguiu pular no gramado.

"Foi uma força exagerada em cima do menino, e violência gera violência. Está errado o rapaz invadir o campo, mas não precisa fazer daquele jeito. Eu apenas disse que estava asfixiando ele. Não levei porrada, nada, já passou e não tem nada demais. Respeito e muito o trabalho da polícia", afirmou o treinador.

Cuca fez de tudo para buscar os gols que dariam a classificação para o Santos, que precisava reverter um placar de 3 a 0. Colocou o time no ataque, mas sofreu diante de um bem postado Independiente, que poderia ter saído na frente não fosse o pênalti defendido por Vanderlei antes do intervalo. O time da casa ainda tentou um gol na etapa final, mas abusou dos cruzamentos na área e ainda sofreu com os contra-ataques rivais.

A eliminação na Libertadores desanimou os jogadores do Santos, que relembraram ainda a queda na Copa do Brasil recentemente. Gabriel mencionou o fato de que, naquela ocasião contra o Cruzeiro, o jogo foi encerrado com ele partindo livre com a bola contra o goleiro. A decisão foi para os pênaltis e o time paulista foi eliminado.

Agora, o presidente José Carlos Peres promete ir às últimas consequências para reparar a "injustiça" feita ao clube. Seu vice, Orlando Rollo, prometeu pagar os prejuízos que a torcida causou no estádio. "Isso está previsto no contrato", disse, se referindo a dezenas de cadeiras quebradas e divisórias de metal que os torcedores destruíram no Pacaembu.