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Dupla presa tentando entrar com pistolas no ES é condenada por tráfico internacional de armas

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Polícia

Dupla presa tentando entrar com pistolas no ES é condenada por tráfico internacional de armas

Max Paulo Valentino Ferreira e Carlos Henrique Francisco Pereira foram presos no dia 28 de fevereiro nos municípios de Iúna e Colatina, respectivamente

Max Paulo foi flagrado pela PRF, em Iúna, com pistolas, carregadores e munições | Foto: Divulgação

Dois homens presos no Espírito Santo no início do ano foram condenados pela Justiça Federal por tráfico internacional de armas. A dupla foi presa no dia 28 de fevereiro, chegando ao Estado com armas, carregadores e munição.

Max Paulo Valentino Ferreira foi condenado a oito anos e nove meses de reclusão, além do pagamento de 425,62 dias-multa. Já Carlos Henrique Francisco Pereira foi sentenciado em sete anos e seis meses de prisão e o pagamento de 316,25 dias-multa. Inicialmente foi fixado regime fechado para ambos.

Max foi abordado e preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na altura do Km 196 da BR-262, em Iúna. Ele transportava no painel do veículo sete pistolas ponto 40, dotadas de dispositivo de rajada, além de 21 carregadores de ponto 40 e 377 munições do mesmo calibre.

Já Carlos Henrique foi abordado pela Polícia Militar em Colatina e também levava o material no painel do carro. Eram oito pistolas ponto 380, além de 16 carregadores e 163 munições do mesmo calibre.

As abordagens aconteceram após a Delegacia de Repressão ao Tráfico de Entorpecentes, da Polícia Federal, receber a informação de que, nesse dia, chegariam dois veículos ao Estado transportando drogas ou armas.

A investigação policial revelou que ambos os carros foram alugados em Vitória e que os dois condenados ficaram hospedados, por dois dias, no mesmo quarto de hotel, em Foz do Iguaçu, no Paraná. As armas e acessórios foram comprados no Paraguai e seriam vendidos no Espírito Santo.

O advogado de Max Paulo, Fábio Modesto de Amorim Filho, afirmou que o processo ainda está em tramitação, que a defesa está apresentando os recursos cabíveis e que aguardará o desfecho do processo. A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Carlos Henrique.