• Velocidade do vento

  • Previsão de chuva

  • Nascer do sol

  • Por do sol

Umidade relativa do ar: Índice de raios UV:

Padrasto acusado de torturar e estuprar menina Isadora é condenado a 28 anos de prisão

  • COMPARTILHE
Polícia

Padrasto acusado de torturar e estuprar menina Isadora é condenado a 28 anos de prisão

Michael Lelis foi preso em maio do ano passado, após ser encontrado em uma caçamba. Já a mãe da criança também foi condenada, mas a uma pena menor

O padrasto da menina Fabiane Isadora Claudino, de 2 anos, acusado de estuprar, torturar e matar a criança em maio do ano passado, em Cariacica, foi condenado a 28 anos, três meses e nove dias de prisão, em regime fechado. A sentença é do titular da 2ª Vara Criminal de Cariacica, juíz José Leão Ferreira Souto.

Michael Lelis, de 29 anos, foi preso no dia 20 de maio do ano passado, dois dias depois do crime. Ele foi encontrado por policiais civis dentro de uma caçamba de lixo às margens da BR 262, no bairro Marcílio de Noronha, em Viana.

A mãe da criança, Maria Izabel Claudino, de 22 anos, já havia sido condenada, no dia 2 de maio deste ano, a dois anos, quatro meses e 24 dias, em regime aberto, pelo crime de omissão, conforme a Lei de Tortura. Ela chegou a ser presa em junho do ano passado, 15 dias depois da morte da filha.

O crime

Isadora foi estuprada e morta pelo padrasto, em maio do ano passado | Foto: Reprodução

Após ser preso, Michael Lelis confessou à polícia ter espancado a enteada. Ele contou que, após ingerir uma garrafa de bebida alcoólica, bateu e violentou a criança dentro do banheiro. "Eu empurrei ela. Ela começou a chorar e aí eu fiz o que fiz", disse.

O crime aconteceu na casa da família, em Cruzeiro do Sul, Cariacica. A criança chegou a dar entrada no Hospital Infantil de Vitória, com hematomas de violência no corpo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Nos laudos médicos constam que a criança sofreu traumatismo craniano. Além disso, apresentava vários hematomas pelo corpo, inclusive, marcas de mordidas. No Departamento Médico Legal (DML), foi constatada ainda violência sexual. A menina também estava com várias fraturas no braço direito e alguns órgãos internos dilacerados.