Jul 2022
22
Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

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porRicardo Frizera

Empresas da cadeia do petróleo projetam faturar R$ 470 milhões até 2025

Com os desinvestimentos da Petrobrás no Espírito Santo– que consiste na venda de poços maduros no mar e principalmente em terra– petroleiras de menor porte estão expandindo a atuação no estado para explorar os milhões de barris de óleo que ainda estão debaixo da terra.

Nesse novo cenário, empresas capixabas que fazem parte da cadeia de produção das petroleiras esperam gerar novos negócios e crescer.

Pela 5ª edição do Anuário da Indústria do Petróleo e Gás Natural no ES, divulgada pela Findes, o Espírito Santo ocupa a 3ª colocação no país em produção de petróleo e a 4ª colocação em gás natural.

“A Petrobras não está mais explorando petróleo em terra aqui no Estado e novas operadoras vão entrar no nosso mercado, o que vai gerar um volume enorme de negócios para fornecedores de bens e serviços deste setor. O associativismo abre as portas para que pequenas empresas tenham acesso a essas oportunidades”, explica Rafaele Cé, presidente da RedePetro ES, associação que reúne empresas que atuam no setor.

Segundo ele, as empresas que fazem parte da RedePetroES têm a expectativa de dobrar o faturamento nos próximos três anos. “Elas devem faturar R$ 470 milhões até 2025”, afirma.

Muitos negócios vão surgir neste mercado, desde serviços de manutenção e logística mais tradicionais até o uso da tecnologia 5G no monitoramento e tecnologias para geração de eficiência energética– note-se, um campo fértil para startups capixabas.

“A cadeia de suprimentos para o setor soma mais de 600 empresas no Espírito Santo, que poderiam estar ampliando sua visibilidade por meio do associativismo. Oportunidades de negócios não vão faltar daqui para frente e a RedePetro ES pode fazer esta conexão. É preciso estar atento a tudo que vem por aí”, avisa Rafaele Cé, presidente da associação.

 

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