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BCs precisam coordenar melhor política monetária, diz Christine Lagarde

Economia

BCs precisam coordenar melhor política monetária, diz Christine Lagarde

Nova York - Em seu discurso após ser reconduzida ao comando do Fundo Monetário Internacional (FMI), a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, alertou para a necessidade de os países coordenarem melhor suas políticas monetárias.

"Olhando as ações dos bancos centrais dos Estados Unidos, Europa e Japão, vemos que a falta de sincronia dos movimentos precisa ser revista, antecipada e melhor coordenada", disse Lagarde, que pretende levar o assunto para a próxima reunião dos G-20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, que acontece na semana que vem, em Xangai.

A primeira mulher a comandar a instituição em suas sete décadas de existência, Lagarde precisa agora guiar o FMI através de um dos períodos mais voláteis da história desde a crise financeira de 2008. Entre os principais problemas, está a China. No ano passado, Lagarde pressionou para que o yuan fosse incluído entre as moedas de reserva do FMI. Agora que o crescimento chinês vacila, a instituição pressiona Pequim para levar adiante políticas liberalizantes, inclusive a de tornar sua moeda mais flexível.

A entrevista do presidente do Banco do Povo da China (PBoC), Zhou Xiaochuan, foi celebrada pela dirigente francesa como um "bom exemplo de como a comunicação pode ajudar a diminuir incertezas".

No discurso de hoje, Lagarde disse que uma de suas prioridades este ano será a de assegurar linhas de crédito de emergência para ajudar países emergentes que estão em dificuldade neste ano. A medida no entanto, enfrenta resistência de países influentes na instituição, inclusive dos Estados Unidos.

Embora a Europa tenha lentamente se recuperado, a situação da Grécia ainda causa preocupação. Este ano, Lagarde terá a tarefa de convencer, de um lado, eleitores gregos a aceitarem um corte controverso no sistema de aposentadoria nacional, ao mesmo tempo em que pede que os credores da dívida grega concordem com uma redução da dívida grega. Fonte: Dow Jones Newswires.