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Magnano mantém esperança de contar com o lesionado Splitter na Olimpíada

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Esportes

Magnano mantém esperança de contar com o lesionado Splitter na Olimpíada

Rio - O brasileiro Tiago Splitter será submetido a uma cirurgia no quadril e anunciou na última quarta-feira que está fora da Olimpíada do Rio. Mas o técnico da seleção brasileira de basquete, Rubén Magnano, não parece certo disso. Por mais que admita a improbabilidade de contar com o pivô do Atlanta Hawks nos Jogos deste ano, o comandante mantém as esperanças.

"O maior problema é o tempo de recuperação necessário. Mas deixarei um parêntese aberto para essa recuperação para vermos se ele consegue ficar bom a tempo. Para a seleção brasileira, o Tiago é uma referência muito importante e vamos esperar até o último momento", declarou ao site da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Splitter vinha sentindo dores no quadril há um bom tempo, tentou formas alternativas de tratamento, mas não adiantou. Diante disso, realizou consultas com diversos médicos, que explicaram que as alternativas eram conviver com o incômodo ou operar. O brasileiro, então, preferiu a segunda opção e anunciou que o tempo de afastamento previsto é de oito meses, o que impossibilitaria que participasse da Olimpíada.

"A verdade é que é uma notícia infeliz que não esperávamos que fosse acontecer. Quando estivemos com ele nos Estados Unidos, estava fazendo tratamentos e terapias alternativas e chegou a falar naquele momento da possibilidade de uma cirurgia. Infelizmente aconteceu. Assim que soube, entrei em contato com ele para desejar boa sorte. Ele teve que tomar uma decisão muito difícil, que eu apoio. Espero que possa se recuperar muito bem pela pessoa que é e por sua saúde", comentou Magnano.

Em sua primeira temporada pelo Atlanta Hawks, Splitter vinha tendo suas piores médias desde seu ano de calouro, muito provavelmente atrapalhado pela lesão. Mesmo que fosse praticamente inevitável, o brasileiro revelou a dificuldade de tomar a decisão pela cirurgia. "Ninguém sente mais que eu mesmo! Foi a decisão mais difícil da minha carreira esportiva, ainda mais para alguém como eu, que jamais tive qualquer lesão que me levasse à sala de cirurgia. Fui realmente ao limite!", garantiu.