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Juncker e Tsipras discutiram impasses em negociações sobre reformas na Grécia

Geral

Juncker e Tsipras discutiram impasses em negociações sobre reformas na Grécia

Bruxelas - O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, conversou por telefone com o primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, sobre alguns dos principais pontos de impasse nas negociações sobre a ajuda financeira para o governo grego.

Em declaração conjunta, Juncker e Tsipras afirmaram que discutiram "a importância das reformas para modernizar o sistema de pensões" e "as necessidades para evolução dos salários e das instituições do mercado de trabalho, para apoiar a criação de emprego, a competitividade e a coesão social".

Desacordo sobre cortes no sistema de pensões da Grécia e mudanças no mercado de trabalho que facilitem demissões dificultam um entendimento entre Atenas e seus credores. A declaração conjunta mostra que o governo grego não está mais resistindo em falar sobre as duas questões, mas também ressalta que a distância entre os dois lados permanece.

O documento enfatiza que mudanças no sistema de pensões são necessárias para que ele seja "justo, fiscalmente sustentável e eficaz em evitar a pobreza na velhice" e que revisões no mercado de trabalho não deveriam comprometer "um sistema de negociação coletivo moderno e eficaz" na Grécia.

A conversa, segundo fontes da União Europeia, foi solicitada por Tsipras e aconteceram uma dia após o governo grego reclamar que as diferenças entre seus credores - outros governos da zona do euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) - tornaram impossível um acordo.

A Comissão Europeia, o FMI e o Banco Central Europeu (BCE) divulgaram um comunicado afirmando que "compartilham o mesmo objetivo de ajudar a Grécia a alcançar estabilidade financeira e crescimento" e que estão trabalhando duro para fazer "progressos concretos" rumo a um acordo até segunda-feira, quando acontece a reunião de ministros de Finanças da zona do euro em Bruxelas. No dia seguinte, a Grécia deverá pagar uma dívida de cerca de 770 milhões de euros ao FMI. Fonte: Dow Jones Newswires.