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Aribiri e Terra Vermelha são os bairros com maior déficit habitacional em Vila Velha

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Aribiri e Terra Vermelha são os bairros com maior déficit habitacional em Vila Velha

Depois desse levantamento serão traçadas as diretrizes do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS), que prevê fomento para construção de novas unidades e regularização fundiária

A Região de Terra Vermelha tem déficit habitacional Foto: Divulgação

Um estudo foi encomendado para mapear os bairros com maior déficit habitacional em Vila Velha. E o diagnóstico apresentado nesta quinta-feira (3) mostrou que a Grande Aribiri e a Grande Terra Vermelha são as regiões com maior déficit habitacional no município.

É a partir desse levantamento que serão traçadas as diretrizes do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS), que prevê, além do fomento da construção de novas unidades, a regularização fundiária de áreas ocupadas.

Segundo a subsecretária de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade, Anna Claudia Dias, o diagnóstico foi feito tomando por base dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2010.

“Naquela época foram identificados um número em torno de 18 mil domicílios precários”, apontou Anna Claudia.

A subsecretária explicou que domicílio precário é um item subjetivo, mas que se trata de todo local que não reúne condições mínimas para a moradia de uma família.

“Outro fator que também compõe o levantamento do déficit é a questão de mais de uma família morando em uma residência. Foi feito um levantamento que mostrou que 2.700 residências de Vila Velha estão em área de risco”, disse a subsecretária.

Anna Claudia explicou a importância do PLHIS.

“O plano em si é importante porque indica ao município quais áreas e ações são prioritários em Vila Velha. E não se trata apenas um número de moradias a ser levantado, mas também é a identificação do número de moradias que ainda não estão regularizadas. Há muitas áreas de ocupação não possuem regularização fundiária, ou seja, não necessariamente são precárias, mas as famílias não possuem título de propriedade daquele local”.

A próxima fase é a definição de eixos estratégicos onde o município deverá concentrar seus esforços. A previsão de Anna Claudia Dias é que o Plano esteja pronto em novembro