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Iêmen: 12 morrem após ataque a casa de político

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Iêmen: 12 morrem após ataque a casa de político

Sanaa, Iêmen - Rebeldes xiitas do Iêmen atacaram a casa de um rival político islâmico, ao sul da capital, Sanaa, neste sábado, desencadeando confrontos que deixaram 12 pessoas mortas, informaram autoridades de segurança do país, acrescentando que o político não estava em casa no momento do ataque.

As autoridades disseram que rebeldes xiitas e combatentes aliados atacaram a casa de um político local do partido islâmico rival Islah, matando dois de seus parentes na cidade de Yarim, na província Ibb, ao Sul de Sanaa. Os confrontos que se seguiram deixaram oito combatentes rebeldes e dois transeuntes mortos.

Outros quatro rebeldes foram mortos quando uma bomba atingiu um comboio que levava reforços para uma batalha com membros de tribos sunitas conservadoras que assola tanto Yarim quanto a capital da província, também chamada Ibb. O rebeldes, que se denominam houthis, avançaram na cidade de Ibb, na última sexta-feira, gerando confrontos violentos.

Após os confrontos, o chefe de segurança de Ibb renunciou, em resposta a uma demanda dos houthis. Neste sábado, o governador pediu ao vice-chefe de segurança para substituí-lo, informou um funcionário do governo local.

Em um outro incidente, autoridades disseram que oito pessoas foram mortas em confrontos entre militantes da Al-Qaeda e houthis, que estão lutando para manter o controle de Radaa, na província central de Bayda, também ao sul da capital, após terem conquistado a cidade um dia antes.

Os houthis assumiram o controle da capital Sanaa em setembro e, no início desta semana, invadiram uma importante cidade portuária iemenita no Mar Vermelho. Eles assinaram um acordo de paz com o governo central, que simultaneamente pressionou a ofensiva, empurrando-os para cidades e vilas ao sul da capital.

Os rebeldes estão em disputa com poderosas tribos sunitas do país e com o partido islâmico aliado Islah. Eles exigem uma fatia maior de poder e uma mudança de ordem política do país, após os protestos de 2011 que forçaram o antigo líder Ali Abdullah Saleh a deixar o poder. Os partidários de Saleh têm apoiado a ofensiva dos houthis. Fonte: Associated Press