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Ufes vai sediar seminário sobre os dois anos do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana

Geral

Ufes vai sediar seminário sobre os dois anos do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana

A ideia é criar um espaço para intercâmbio entre movimentos sociais e acadêmicos sobre o desastre, e também sobre a situação ampla de territórios afetados por projetos neoextrativistas no Brasil

A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) vai sedir a partir da próxima segunda-feira (6) um Seminário que discutirá o Balanço de 2 anos do Rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais.

O evento, que vai até quarta-feira (8), tem como objetivo principal é possibilitar o encontro dos atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana (MG), além de pesquisadores brasileiros, movimentos sociais e autoridades que se posicionam criticamente em relação ao ocorrido. A ideia é criar um espaço para intercâmbio entre movimentos sociais e acadêmicos sobre o desastre, e também sobre a situação ampla de territórios afetados por projetos neoextrativistas no Brasil.

Dentro da programação do seminário está inclusa uma audiência pública com o tema “Direitos Humanos e Empresas: Qual é a políticas pública que o Brasil precisa?”, que será promovida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal (MPF).

O procurador da República em Linhares, Paulo Henrique Trazzi, será um dos palestrantes do evento. Ele é um dos convidados para compor a mesa que vai falar sobre “Balanço das dinâmicas Territoriais”, a partir das 14h30, na terça-feira (7). Além de Trazzi, vão compor a mesa o Cacique Toninho dos Comboios, atingido de Comboios; Raquel Oliveira, da UFMG; e Karine Carneiro, da Ufop.

A tragédia

O acidente ambiental de Mariana, como ficou conhecido, aconteceu por conta do rompimento da barragem de Fundão, no dia 5 de novembro de 2015. Na ocasião, 19 pessoas morreram e milhares de outras ficaram desabrigadas.

Os rejeitos de minério invadiram o Rio Doce e atingiram 39 cidades, de Minas e do Espírito Santo. Uma das empresas responsáveis pelo acidente, a Samarco ainda não voltou a operar no Espírito Santo.