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Aposentada é assassinada a tiros dentro do próprio quarto na Serra

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Polícia

Aposentada é assassinada a tiros dentro do próprio quarto na Serra

Ela estava junto com o marido, que foi trancado em outro quarto quando os três criminosos chegaram. A vítima foi morta com um tiro na cabeça

A vítima não tinha passagens pela Justiça Foto: TV Vitória

Uma aposentada de 51 anos foi assassinada dentro da própria casa, na manhã desta segunda-feira (15), no bairro Vista da Serra II, na Serra. De acordo com testemunhas, Marly Pessoa Nogueira estava dentro do quarto junto com o marido quando os criminosos invadiram o local o cometeram o crime.

O assassinato aconteceu por volta das 03 horas. Na hora do crime, ela estava em casa com o marido, com quem mantinha um relacionamento de quase 20 anos. Os dois costumavam acordar ainda de madrugada, pois o esposo da vítima é cobrador de ônibus e precisa sair cedo de casa.

Três criminosos armados invadiram a residência e exigiram que o marido dela entrasse no quarto de visitas. Ele foi trancado e chegou a pedir ajuda, mas não conseguiu. De acordo com a família da vítima, que não quis gravar entrevista com a equipe da TV Vitória, o marido dela só conseguiu sair do quarto após o sobrinho escutar os gritos dele e o barulho dos tiros.

Em seguida, ao procurarem pela vítima, a encontraram morta e embaixo da cama. Eles acreditam que ela tenha tentado se esconder dos criminosos. Um dos filhos da aposentada contou que foi acordado pelo padrasto, que chegou na casa dele desesperado avisando sobre a morte da aposentada.

O filho disse que a mãe era uma pessoa tranquila e que se dava bem com toda a comunidade e com a família. Ela não tinha passagem pela Justiça, segundo a Polícia Civil, que investiga o caso. De acordo com os policiais, a vítima foi assassinada com um tiro na cabeça de uma arma calibre 12.

Ainda e de acordo com a família, nada foi levado pelos criminosos. Segundo testemunhas, após ouvir os disparos, os vizinhos escutaram um barulho de um carro passando pela rua principal em alta velocidade. O crime ainda é um mistério para todos. 

Durante a manhã, na delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), várias pessoas foram ouvidas pelos policiais, inclusive o marido da vítima e alguns parentes. A polícia afirmou que nenhuma hipótese será descartada.