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Armando Monteiro lamenta adiamento de sessão que apreciaria vetos no Congresso

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Política

Armando Monteiro lamenta adiamento de sessão que apreciaria vetos no Congresso

Rio - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, lamentou nesta quinta-feira, 1º, o adiamento da sessão do Congresso que apreciaria os vetos da presidente Dilma Rousseff e disse que a responsabilidade não foi das bancadas partidárias, mas "da Mesa Diretora da Câmara", referindo-se ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Para o ministro, a votação dos vetos será o momento de "aferição da solidariedade" do PMDB ao governo depois de o partido ganhar mais espaço no primeiro escalão. Em conflito com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Cunha convocou sessão da Câmara nesta quarta-feira, 30, o que inviabilizou a sessão do Congresso, transferida para a próxima terça-feira.

"Lamento. O País está vivendo um momento em que era desejável que matéria com essa importância fosse apreciada em caráter prioritário(...) O processo todo é muito concentrado na figura do presidente, presidente da Câmara. Esse processo reflete muito mais a convocação de reuniões que de certo modo terminaram por prejudicar a convocação do Congresso. Não é propriamente decorrente de uma vontade das bancadas, mas da Mesa Diretora da Câmara", disse o ministro, que participou de almoço com empresários na Associação Comercial do Rio.

"O verdadeiro momento em que se poderá fazer a aferição da maior solidariedade do PMDB nas posições do governo se dará quando da apreciação dos vetos. Esse será o verdadeiro momento", afirmou Monteiro Neto. O ministro elogiou Renan pelo "firme compromisso" de convocar a sessão do Congresso para terça-feira. Monteiro Neto disse que a reforma ministerial equilibrou o PT e o PMDB no poder. "Essa ampliação dos espaços do PMDB era previsível. Sempre houve uma discussão de que a representação do PMDB não traduzia o peso congressual e a importância do partido. Agora houve um reajuste de forma a conferir maior equilíbrio sobretudo dos dois maiores partidos governistas", afirmou.